O novo site contém informações detalhadas da vida da arquidiocese, das paróquias, do Seminário Bom Jesus, de Nossa Senhora Aparecida e de Frei Galvão. Também é possível conferir horários de missas nas paróquias e fazer solicitações de certidões de batismo, casamento e de pesquisas no arquivo da Cúria Metropolitana.
O site também permite o acesso a uma galeria de fotos, informações divulgadas para a mídia sobre a arquidiocese, áudio e o texto das homílias de dom Raymundo Damasceno e o acesso às redes sociais.
Também é possível acessar a rádio web Frei Galvão e ler a edição mensal do jornal Arquidiocesano. O site da arquidiocese é a 1ª parte do projeto de implantação do portal da arquidiocese, que hospedará os sites da rádio web, santuário Frei Galvão e paróquias.
O endereço continua o mesmo www.arquidioceseaparecida.org.br
Fonte: CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)
http://www.cnbb.org.br/site/regionais/sul-1/4545-arquidiocese-de-aparecida-lanca-novo-site
]]>O evento é promovido a cada ano pela associação de Radialistas Católicos ARCA, entidade que reúne 68 emissoras de todo o Chile.
Participarão do encontro diretores e responsáveis pela programação das emissoras católicas chilenas que abordarão temas sobre a “espiritualidade do radialista a partir da Palavra de Deus”, “o presente e o futuro das rádios no Chile”, entre outros temas.
No final do encontro será entregue o prêmio ARCA 2010 ao radialista católico que se destacou pelo seu compromisso, seriedade no trabalho e clareza na missão evangelizadora.
Fonte: Catolicanet
http://www.catolicanet.com/?system=news&action=read&id=58364&eid=293
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Basílica de São Pedro, Capela Sistina e basílicas de Roma
Não há nada que possa substituir uma visita a Roma para admirar a Capela Sistina ou a Basílica de São Pedro, mas a internet permite agora realizar visitas virtuais a alguns dos lugares mais sagrados da Cidade Eterna, oferecendo detalhes que nem sequer ao vivo podem ser apreciados.
A visita ao maior templo da Igreja Católica, no qual se custodiam os restos do apóstolo Pedro, pode ser realizada na própria casa; basta ter um computador com conexão à internet, graças a este novo serviço oferecido pelo site da Santa Sé. A Capela Sistina já estava online desde março.
O projeto envolveu, durante dois anos, estudantes da Universidade de Villanueva, na Pensilvânia (Estados Unidos), a quem foi permitido fotografar estas joias da arte de todos os tempos.
“Estar na Capela Sistina é uma experiência difícil de descrever”, explica Chad Fahs, especialista em meios de comunicação do Departamento de Comunicação da Universidade de Villanueva. “Esta visita virtual é o mais próximo que existe a esta experiência que a pessoa pode experimentar”, afirma.
“É uma das explorações mais inovadoras de uma obra de arte”, acrescenta Paul Wilson, membro do mesmo departamento e um dos responsáveis por esse projeto virtual.
“Mudará para sempre a maneira como os artistas e historiadores podem ver a incrível obra e a mente de Michelangelo, sua atenção pelos detalhes, o comentário social e seu senso de humor”, reconhece.
Milhares de fotografias foram tiradas na Basílica de São Pedro e na Capela Sistina, com uma avançada câmera motorizada sobre um trilho e posteriormente compostas e unidas digitalmente para criar um panorama virtual em uma projeção tridimensional.
Os peregrinos e turistas virtuais podem utilizar o zoom e aproximar-se dos detalhes das obras de arte graças à elevada resolução.
“As obras de arte presentes em lugares de culto buscam submergir o visitante em uma realidade sagrada e a Capela Sistina se destaca nesta tradição”, esclarece Frank Klassner, professor no Departamento de Ciências da Informática na Universidade de Villanueva, responsável pelo projeto.
“Nossa equipe agradece por ter oferecido sua pequena contribuição a esta tradição, utilizando o poder da internet e a moderna tecnologia de imersão”, conclui Klassner.
A primeira visita virtual com estas características foi dedicada à Basílica de São Paulo Fora dos Muros em 2008; e a de Basílica de São João de Latrão foi apresentada em novembro de 2009.
A Capela Sistina pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html
A Basílica de São Pedro pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/basiliche/san_pietro/vr_tour/index-en.html
A Basílica de São Paulo Fora dos Muros pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/basiliche/san_paolo/vr_tour/index-it.html
A Basílica de São João de Latrão pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/basiliche/san_giovanni/vr_tour/Media/VR/Lateran_Nave1/index.html
Fonte: Zenit.org
http://www.zenit.org/article-25639?l=portuguese
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 27 de julho de 2010 (ZENIT.org)
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O evento, que acontece no subsolo do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em aparecida (SP), tem o objetivo de articular e motivar a Pastoral da Comunicação (Pascom), englobando as novas ferramentas tecnológicas.
Dom Orani destacou o desafio de se fazer comunicação na Igreja. “Para nós há uma diferença essencial em se fazer comunicação. O desafio é ter por trás uma pessoa que tenha espiritualidade e fé. A técnica não disfarça isso”, disse.
O arcebispo disse que é preciso viver a unidade na pluralidade. “O desafio está na unidade pela pluralidade, trabalharmos juntos sem destruir o outro”, concluiu.
O encontro prossegue até sábado, 24, e reúne mais de 300 agentes da Pascom. A programação de hoje constou de dois painéis, um pela manhã e outro à tarde. Cada painel contou com a participação de três convidados. A programação da sexta-feira, 23, tem como destaque a entrega dos prêmios de comunicação da CNBB à noite. Durante o dia, serão realizados, simultaneamente, quatro seminários para os quais os agentes da Pascom se inscreveram.
Fonte: CNBBO2
http://www.cnbbo2.org.br/index2.php?system=news&action=read&id=9220&eid=142
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Antes, nos dia 16 e 17 de junho, reunidos na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, o júri escolheu os vencedores de 2010 dos prêmios Dom Helder Câmara de Imprensa, Clara de Assis (TV) e Margarida de Prata (Cinema).
Concorreram ao prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa 16 trabalhos e as vencedoras foram as jornalistas Juliana Borga e Nanci Alves. A primeira é jornalista da revista Família Cristã e concorreu com a matéria “Notas de solidariedade”, publicada na revista de outubro de 2009. Conta a história de uma violinista adolescente que faz uma campanha na Flórida, EUA, e arrecada U$ 10 mil para ajudar comunidade carente no Brasil.
Nanci venceu com a matéria “Na estrada da vida, nada se perde”, publicada no Jornal Opinião, da arquidiocese de Belo Horizonte (MG), na semana de 16 a 22 de março de 2009. A reportagem fala das mulheres no Centro-Oeste que sobrevivem da fabricação de produtos feitos com a sobra de algodão que cai das carretas que transportam o produto nas rodovias de Goiás.
Clara de Assis teve 20 concorrentes, e o prêmio foi concedido a Victor Hugo Cardoso, com o documentário “A Paixão de Cristo”, e para Marcelo Canellas, da TV Globo, com série exibida no Jornal Nacional, “Cabeça do Cachorro, uma reportagem sobre São Gabriel da Cachoeira (AM)”.
Dos 17 filmes que concorreram ao Margarida de Prata, os jurados escolheram “Duas vidas e uma só causa”, documentário de Tatiana Polastri; “O som do tempo”, curta-metragem de Petrus Cariri Maia de Moura e “Cinco vezes favela, agora por nós mesmos”, longa-metragem de Carlos Diegues e Renata Magalhães. Receberá menção honrosa “O advogado das almas”, de Rafael Salim e Thaísa Cerveira.
Segundo a assessora do Setor Comunicação Social da CNBB e uma das juradas, irmã Élide Maria Fogolari, o prêmio tem um peso importante, pois trata-se de quase meio século promovendo a cultura brasileira. “São 43 anos de Margarida de Prata, isso mostra a fidelidade da CNBB em valorizar os aspectos culturais de nossa sociedade”, destacou.
Miguel Serpa Pereira, um dos idealizadores dos Prêmios de Comunicação da CNBB, explica os objetivos da premiação. “A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil ampliou sua presença no campo da cultura brasileira ao criar os prêmios de Comunicação. Seu objetivo foi não apenas estimular as produções de qualidade artística e técnica, mas também de ressaltar nelas os valores éticos, espirituais, culturais e sociais da pessoa humana, manifestados através dos processos comunicativos midiáticos. A CNBB também pretendeu estabelecer um diálogo proveitoso e atento com os profissionais da comunicação”, explicou.
O júri
Para julgar e escolher os trabalhos, foram constituídos três juri sob a coordenação do arcebispo do Rio de Janeiro e presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação da CNBB, dom Orani João Tempesta. Para o Margaridade Prata o júri foi composto por dom Orani; pelo padre Leandro Cury, da arquidiocese do Rio; pela gerente de produção da TV Aparecida, Carmen Baenninger, e pelos professores da PUC-Rio, Angeluccia Habert, Miguel Pereira, Ney Costa Santos e Sérgio Bonato.
Já o Clara de Assis foi julgado pela assessora do Setor Comunicação Social da CNBB, Irmã Élide Maria Fogolari, e pelas professoras da PUC-RJ, Viviane Medeiros Carmem Petit.
O juri do Prêmio Dom Helder de Imprensa foi composto pelo assessor de imprensa da CNBB, padre Geraldo Martins Dias e pelas jornalistas e professoras da PUC-Rio, Lilian Saback de Sá Moraes e Júlia Fátima de Jesus Cruz.
O Microfone de Prata, prêmio para o Rádio, ainda será julgado pela Associação Católica de Rádio (UNDA) e pela Rede Católica de Rádio (RCR).
Histórico
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), durante os anos de censura promulgada pelo Regime Militar no Brasil, instituía em 1967, o primeiro Prêmio de Comunicação, Margarida de Prata para o Cinema, que representou um importante apoio à produção cultural livre. Este foi o olhar de esperança da Igreja do Brasil, para com os produtores e profissionais da comunicação, durante a longa jornada de repressão Militar.
A CNBB prosseguiu à criação da concessão de prêmios àqueles que se preocupavam e se preocupam com a comunicação voltada para a justiça social e a promoção humana.
Em 1980 apoiava a criação do Prêmio Microfone de Prata de Rádio, promovido pela UNDA-Brasil - União de Rádio Difusão Católica, que incentiva a produção de programas radiofônicos voltados à criatividade e à evangelização.
Em comemoração aos 50 anos de fundação da CNBB, em 2002, a Assessoria de Imprensa da CNBB instituía o Prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa, com o objetivo de premiar reportagens e trabalhos jornalísticos voltados à promoção humana e social.
Fonte: CNBB http://www.cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/comunicacao-social/setor-comunicacao-social/4155-cnbb-entrega-premios-de-comunicacao-na-sexta-feira
]]>A ExpoCatólica, principal Feira de artigos religiosos na América Latina contará com um espaço mais amplo para receber seus visitantes e expositores. A Feira, que agora também terá um local reservado para oficinas e missas campais, será realizada nos Pavilhões Verdes do ExpoCenter Norte, com uma área total de 17. 310 m2.
A Feira vinha sendo realizada no Pavilhão Amarelo do Centro de Exposições e Convenções, desde a sua primeira edição, em 2003. No entanto, Kiara Castro, diretora comercial da Expo acredita que o pavilhão se tornou pequeno para suprir as necessidades atuais do evento. “O Pavilhão Amarelo estava ficando pequeno para a nossa Feira. Crescemos muito nesses sete anos e agora vamos ampliar os serviços oferecendo espaços para oficinas e missas campais aos visitantes”, esclarece Kiara.
Consolidada no segmento católico, a Expo passa a ser também um espaço de referência para a divulgação do Turismo Religioso e da Educação Católica, prova disso foi a participação da ANEC (Associação Nacional de Educação Católica Brasileira), com o 1º Salão de Educação Católica, na 7ª edição.
A Feira atrai em cada edição, cerca de 35 mil visitantes. Dentre os expositores encontram-se fabricantes de artigos religiosos, material de liturgia, editoras, livrarias, além de prestadores de serviço e distribuidores do segmento católico.
Informações sobre a Feira e a reserva de estandes podem ser obtidas na Promocat, empresa que promove o evento, pelo telefone (11) 2099-6688, ou por e-mail, comercial@promocat.com.br.
Acesse o nosso site: http://www.expocatolica.com.br/index.asp
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]]>O texto foi apresentado ontem aos bispos pela equipe de redação (setor de Comunicação Social da CNBB), coordenada pelo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Educação, Cultura e Comunicação Social da CNBB, Dom Orani João Tempesta.
O material servirá de base para a elaboração de um diretório de comunicação para a Igreja no Brasil. O assunto poderá entrar na pauta da assembleia da CNBB em 2011.
“Dar à Igreja no Brasil um diretório de comunicação é um sonho acalentado por muitos que me antecederam na Comissão”, disse Dom Orani. “Este texto é um trabalho que tem a participação de muitas pessoas e deve ser uma referência no campo das comunicações sociais”, acrescentou.
A publicação de documentos de estudo é prevista no regimento da CNBB. Aplica-se quando o texto não está “suficientemente maduro para ser documento oficial da CNBB”. Sua publicação destina-se ao conhecimento das comunidades, que têm a oportunidade de estudá-lo e opinar sobre seu conteúdo.
BRASÍLIA, quinta-feira, 24 de junho de 2010 (ZENIT.org)
Fonte: Zenit http://www.zenit.org/article-25317?l=portuguese
]]>Concorreram ao prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa 16 trabalhos e as vencedoras foram as jornalistas Juliana Borga e Nanci Alves. A primeira é jornalista da revista Família Cristã e concorreu com a matéria Notas de solidariedade, publicada na revista de outubro de 2009. Conta a história de uma violinista adolescente que faz uma campanha na Flórida, EUA, e arrecada U$ 10 mil para ajudar comunidade carente no Brasil.
Nanci venceu com a matéria Na estrada da vida, nada se perde, publicada no Jornal Opinião, da arquidiocese de Belo Horizonte (MG), na semana de 16 a 22 de março de 2009. A reportagem fala das mulheres no Centro-Oeste que sobrevivem da fabricação de produtos feitos com a sobra de algodão que cai das carretas que transportam o produto nas rodovias de Goiás.
Clara de Assis teve 20 concorrentes e o prêmio vai para Victor Hugo Cardoso, com o documentário A Paixão de Cristo, e para Marcelo Canellas, da TV Globo, com série exibida no Jornal Nacional, Cabeça do Cachorro, uma reportagem sobre São Gabriel da Cachoeira (AM).
Dos 17 filmes que concorreram ao Margarida de Prata, os jurados escolheram Duas vidas e uma só causa, documentário de Tatiana Polastri; O som do tempo, curta-metragem de Petrus Cariri Maia de Moura e Cinco vezes favela, agora por nós mesmos, longa-metragem de Carlos Diegues e Renata Magalhães. Receberá menção honrosa O advogado das almas, de Rafael Salim e Thaísa Cerveira.
Para julgar e escolher os trabalhos, foram constituídos três juri sob a coordenação do arcebispo do Rio de Janeiro e presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação da CNBB, dom Orani João Tempesta. Para o Margaridade Prata o júri foi composto por dom Orani; pelo padre Leandro Cury, da arquidiocese do Rio; pela gerente de produção da TV Aparecida, Carmen Baenninger, e pelos professores da PUC-Rio, Angeluccia Habert, Miguel Pereira, Ney Costa Santos e Sérgio Bonato.
Já o Clara de Assis foi julgado pela assessora do Setor Comunicação Social da CNBB, Irmã Élide Maria Fogolari, e pelas professoras da PUC-RJ, Viviane Medeiros Carmem Petit.
O juri do Prêmio Dom Helder de Imprensa foi composto pelo assessor de imprensa da CNBB, padre Geraldo Martins Dias e pelas jornalistas e professoras da PUC-Rio, Lilian Saback de Sá Moraes e Júlia Fátima de Jesus Cruz.
O Microfone de Prata, prêmio para o Rádio, ainda será julgado pela Unda (Associação Católica de Rádio) e pela Rede Católica de Rádio (RCR). A entrega de todos os prêmios será no dia 23 de julho, em Aparecida (SP), durante o Encontro Nacional da Pascom.
Fonte: CNBB
]]>Convidada a participar do Fórum, a assessora da Comissão Bíblico-catequética da CNBB, Maria Cecília Rover, apresentou, no painel Bíblia e Comunicação, os trabalhos da Comissão na área de Bíblia que são feitos pela Comissão.
“Foi importante perceber que todos buscamos um mesmo objetivo: fazer com que a Palavra de Deus seja conhecida, amada e vivida pelo povo”, disse a assessora. “Comum também foi perceber a preocupação com o contexto, tanto do momento que gerou o texto bíblico quanto o contexto de quem hoje lê, estuda e reza o texto”, acrescentou.
Já a professora de Ciências da Comunicação na Universidade Metodista de São Paulo, Magali do Nascimento, disse que a bíblia vai além comunicação entre Deus e os homens. “Mais do que a tradicional compreensão de que a Bíblia é a comunicação entre Deus e os seres humanos, podemos entendê-la como resultado da capacidade e do desejo dos seres humanos, na sua relação com Deus, de tornarem comum esta comunhão”, explicou .
A utilização dos meios de comunicação na difusão da Palavra de Deus também esteve no centro dos debates no Fórum. Para o teólogo e professor do Seminário Adventista, Valdecir Simões Dias, o rádio continua sendo “a mídia mais popular e mais possível de presença em todos os recantos”.
“O sucesso da Comunicação é determinada pelo destinatário da mensagem, por isso, as traduções da Bíblia exigem uma fidelidade bilateral: precisam ser fiéis ao texto e mensagem original e, ao mesmo tempo, fiéis ao público ouvinte”, recordou Vilson Scholz, doutor na área de Novo Testamento e consultor de Traduções da SBB.
Segundo Cecília Rover, chamaram muito a atenção as palestras do jornalista, blogueiro e especialista em marketing digital, Sérgio Pavarini, que usa as redes sociais (Twitter, Orkut e Facebook) como ferramentas de comunicação.
Uma novidade que vem chegando nesta área é o Glow, um inovador sistema de mídia digital e interativa da Bíblia. “É preciso engajar uma geração nascida na era da Internet com a Bíblia”, insistiu Nelson Saba, criador do Glow.
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A exposição, chamada “Sacerdotes no cinema. Os sacerdotes e o imaginário cinematográfico”, pode ser vista a partir de 3 de junho na Universidade Pontifícia Lateranense, antes de iniciar uma grande viagem que percorrerá toda a Itália.
A mostra, pensada por ocasião do Ano Sacerdotal, foi realizada pela Fundação Entidade do Espetáculo, em colaboração com o Escritório Nacional para Comunicação Social e Cinemateca do Centro Experimental de Cinematografia.
Em seu discurso, o cardeal Bagnasco recordou que o cinema sempre ofereceu uma multiplicidade de representações do ministério sacerdotal, narrando frequentemente “seu sacrifício e seu testemunho junto ‘aos últimos’ da sociedade, tanto em tempos de paz como durante os difíceis anos da guerra”.
“Como não recordar por exemplo - destaca -, o célebre personagem de Dom Pietro Pellegrini, interpretado por Aldo Fabrizi, valente sacerdote de Roma na escura época nazista, no filme-manifesto do neo-realismo italiano, Roma città aperta (1945) de Roberto Rossellini?”
“Entre as várias reflexões propostas pela sétima arte e seus autores sobre o mistério sacerdotal - afirmou -, aquela a qual me sinto mais ligado e que mais traz à mente a vida e testemunho do Santo Cura de Ars é certamente a figura do sacerdote do Journal d’un curé de campagne (1951), de Robert Bresson, extraído da novela homônima de Georges Bernanos.”
“A sensibilidade e poética da obra de Bresson são certamente comuns também para outros autores, e outros filmes, que vemos hoje aqui bem representadas nesta mostra fotográfica dedicada aos sacerdotes no cinema”, acrescentou.
O cardeal Bagnasco recordou do último filme de Verdone, chamado Io, loro e Lara, a figura do padre Claro, “uma interessante e inédita figura do missionário que passa paixão por seu mistério apesar das complexas e difíceis situações nas quais vive”.
ROMA, sexta-feira, 28 de maio de 2010 (ZENIT.org)
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